sábado, 10 de setembro de 2011

É Deus !

Quando tudo parece perdido, Deus te acha
Quando tudo parece desmoronar, Deus te reergue
Quando tudo parece mergulhar num mar de tristeza, 
Deus te enche de alegria
Quando as lágrimas não param de rolar, Deus recolhe cada uma, as seca e coloca em seu rosto o sorriso mais lindo
Quando as lutas parecem não ter fim, Deus te faz enxergar além da vitória e te faz crêr que você é mais que VENCEDOR!


Se as tempestades chegarem e as forças lhe faltarem, vc poderá vencer todo mal segurando na mão de DEUS!



Na caminhada da vida

Sempre há muitos desafios, surpresas, tristezas e alegrias a vida é feita assim . Às vezes nos deparamos com situações que nos afligem, nos fazem sentir e até mesmo chorar. Mas saiba por certo que a cada momento da vida, cada lágrima caída, cada sorriso dado, está tudo anotado no diário de Deus ! E pode ter certeza que nem um segundo Ele esqueceu de anotar Anotou suas lutas, seus choros, mas com um detalhe: Ele não esqueceu de anotar o dia de sua vitória! Então deixa eu te dizer: não desista de teus projetos e sonhos porque mesmo antes deles serem projetados por você, você já foi projetado e anotado por DEUS !



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Aprendi coisas importantes nessa vida.


É como se fosse um kit básico de sobrevivência.
Nunca sinta vergonha daqueles que te dão valor. Mostre-os ao mundo.
Com certeza você já amou alguém que fez com que seu mundo caísse e com certeza o valor que você deu foi muito superior ao que recebeu.Não se preocupe, isso acontece. É regra.
Mas quando você tá no chão, achando que não tem mais jeito e que tudo tá perdido, de repente acontece o que não é de se esperar, você passa a não ver apenas os pés passando por seus olhos mas também uma mão te levantando e dizendo que vai ficar tudo bem. Essa pessoa não liga se você tá sujo, cego e não se importa se você não tem estrutura pra se reerguer. Ela acredita em você e quer te ver de pé. É um momento difícil e seu único pensamento deve ser você mesmo. Cuide do seu jardim para que venham as borboletas e, quando elas chegarem, não as escondam porque em um mundo preto e branco elas são as únicas coloridas. Balance seu pé em um penhasco mas não olhe para baixo, olhe em frente, logo o sol nasce outra vez e tudo ficará colorido. O amor pode demorar a chegar mas aos poucos ele há de aparecer, enquanto isso curta as borboletas fazendo cócegas em sua barriga. E tenha a certeza de que tudo ficará bem.



Toda Mulher Deseja Que Você

Brinque com a mão dela enquanto conversam. Coloque o cabelo dela atrás da orelha no meio de uma frase. Beije a testa dela quando for se despedir. Olhe pros olhos dela enquanto fala, em vez de pros peitos. Ligue pra desejar bom dia, boa tarde e boa noite e talvez até um bom-4-horas-da-manhã. Mande uma SMS de “eu sinto sua falta” no meio da aula chata de física dela. Ligue durante a madrugada só pra dizer “eu te amo”. Assista um Amor Pra Recordar, Ps. Eu Te Amo e Dear John com ela em vez do jogo do Flamengo, e não ria se ela deixar algumas lágrimas escaparem. Abrace-a quando ela chorar, não precisa nem perguntar o por quê. Não se irrite se ela não souber o que é impedimento, lembre-se que você também provavelmente não sabe a diferença entre salto alto e All Star. Fique do lado dela mesmo se ela disser que não quer você, porque provavelmente isso vai ser quando ela mais precisa. Mas, em hipótese alguma faça ela se apaixonar se você não pretende correspondê-lá 



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Várias vezes

Pensei que seria uma benção se todo ser humano, de repente, ficasse cego e surdo por alguns dias no princípio da vida adulta. As trevas o fariam apreciar mais a visão e o silêncio lhe ensinaria as alegrias do som.
De vez em quando testo meus amigos que enxergam para descobrir o que eles vêem. Há pouco tempo perguntei a uma amiga que voltava de um longo passeio pelo bosque o que ela observara. "Nada de especial", foi à resposta.
Como é possível, pensei, caminhar durante uma hora pelos bosques e não ver nada digno de nota? Eu, que não posso ver, apenas pelo tacto encontro centenas de objetos que me interessam. Sinto a delicada simetria de uma folha. Passo as mãos pela casca lisa de uma bétula ou pelo tronco áspero de um pinheiro.
Na primavera, toco os galhos das árvores na esperança de encontrar um botão, o primeiro sinal da natureza despertando após o sono do inverno. Por vezes, quando tenho muita sorte, pouso suavemente a mão numa arvorezinha e sinto o palpitar feliz de um pássaro cantando.
Às vezes meu coração anseia por ver tudo isso. Se consigo ter tanto prazer com um simples toque, quanta beleza poderia ser revelada pela visão! E imaginei o que mais gostaria de ver se pudesse enxergar, digamos por apenas três dias.
Eu dividiria esse período em três partes. No primeiro dia gostaria de ver as pessoas cuja bondade e companhias fizeram minha vida valer a pena. Não sei o que é olhar dentro do coração de um amigo pelas "janelas da alma", os olhos. Só consigo "ver" as linhas de um rosto por meio das pontas dos dedos. Posso perceber o riso, a tristeza e muitas outras emoções. Conheço meus amigos pelo que toco em seus rostos.
Como deve ser mais fácil e muito mais satisfatório para você, que pode ver, perceber num instante as qualidades essenciais de outra pessoa ao observar as sutilezas de sua expressão, o tremor de um músculo, a agitação das mãos. Mas será que já lhe ocorreu usar a visão para perscrutar a natureza íntima de um amigo? Será que a maioria de vocês que enxergam não se limita a ver por alto as feições externas de uma fisionomia e se dar por satisfeita?
Por exemplo, você seria capaz de descrever com precisão o rosto de cinco bons amigos? Como experiência, perguntei a alguns maridos qual a exata cor dos olhos de suas mulheres e muitos deles confessaram, encabulados, que não sabiam.
Ah, tudo que eu veria se tivesse o dom da visão por apenas três dias!
O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles. Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente que precede a consciência individual dos conflitos que a vida apresenta. Gostaria de ver os livros que já foram lidos para mim e que me revelaram os meandros mais profundos da vida humana. E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus cães, o pequeno scottie terrier e o vigoroso dinamarquês.
À tarde daria um longo passeio pela floresta, intoxicando meus olhos com belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr-do-sol colorido. Creio que nessa noite não conseguiria dormir.
No dia seguinte eu me levantaria ao amanhecer para assistir ao empolgante milagre da noite se transformando em dia. Contemplaria assombrado o magnífico panorama de luz com que o Sol desperta a Terra adormecida.
Esse dia eu dedicaria a uma breve visão do mundo, passado e presente. Como gostaria de ver o desfile do progresso do homem, visitaria os museus. Ali meus olhos veriam a história condensada da Terra -- os animais e as raças dos homens em seu ambiente natural; gigantescas carcaças de dinossauros e mastodontes que vagavam pelo planeta antes da chegada do homem, que, com sua baixa estatura e seu cérebro poderoso, dominaria o reino animal.
Minha parada seguinte seria o Museu de Artes. Conheço bem, pelas minhas mãos, os deuses e as deusas esculpidos da antiga terra do Nilo. Já senti pelo tacto as cópias dos frisos do Paternon e a beleza rítmica do ataque dos guerreiros atenienses. As feições nodosas e barbadas de Homero me são caras, pois também ele conheceu a cegueira.
Assim, nesse meu segundo dia, tentaria sondar a alma do homem por meio de sua arte. Veria então o que conheci pelo tacto. Mais maravilhoso ainda, todo o magnífico mundo da pintura me seria apresentado. Mas eu poderia ter apenas uma impressão superficial. Dizem os pintores que, para se apreciar a arte, real e profundamente, é preciso educar o olhar. É preciso, pela experiência, avaliar o mérito das linhas, da composição, da forma e da cor. Se eu tivesse a visão, ficaria muito feliz por me entregar a um estudo tão fascinante.
À noite de meu segundo dia seria passada no teatro ou no cinema. Como gostaria de ver a figura fascinante de Hamlet ou o tempestuoso Falstaff no colorido cenário elisabetano! Não posso desfrutar da beleza do movimento rítmico senão numa esfera restrita ao toque de minhas mãos. Só posso imaginar vagamente a graça de uma bailarina, como Pavlova, embora conheça algo do prazer do ritmo, pois muitas vezes sinto o compasso da música vibrando através do piso.
Imagino que o movimento cadenciado seja um dos espetáculos mais agradáveis do mundo. Entendi algo sobre isso, deslizando os dedos pelas linhas de um mármore esculpido; se essa graça estática pode ser tão encantadora, deve ser mesmo muito mais forte a emoção de ver a graça em movimento.
Na manhã seguinte, ávida por conhecer novos deleites, novas revelações de beleza, mais uma vez receberia a aurora. Hoje, o terceiro dia, passarei no mundo do trabalho, nos ambientes dos homens que tratam do negócio da vida. A cidade é o meu destino.
Primeiro, paro numa esquina movimentada, apenas olhando para as pessoas, tentando, por sua aparência, entender algo sobre seu dia-a-dia. Vejo sorrisos e fico feliz. Vejo uma séria determinação e me orgulho. Vejo o sofrimento e me compadeço.
Caminhando pela 5ª Avenida, em Nova York, deixo meu olhar vagar, sem se fixar em nenhum objeto em especial, vendo apenas um caleidoscópio fervilhando de cores. Tenho certeza de que o colorido dos vestidos das mulheres movendo-se na multidão deve ser uma cena espetacular, da qual eu nunca me cansaria. Mas talvez, se pudesse enxergar, eu seria como a maioria das mulheres – interessadas demais na moda para dar atenção ao esplendor das cores em meio à massa.
Da 5ª Avenida dou um giro pela cidade – vou aos bairros pobres, às fábricas, aos parques onde as crianças brincam. Viajo pelo mundo visitando os bairros estrangeiros. E meus olhos estão sempre bem abertos tanto para as cenas de felicidade quanto para as de tristeza, de modo que eu possa descobrir como as pessoas vivem e trabalham, e compreendê-las melhor.
Meu terceiro dia de visão está chegando ao fim. Talvez haja muitas atividades a que devesse dedicar as poucas horas restantes, mas acho que na noite desse último dia vou voltar depressa a um teatro e ver uma peça cômica, para poder apreciar as implicações da comédia no espírito humano.
À meia-noite, uma escuridão permanente outra vez se cerraria sobre mim. Claro, nesses três curtos dias eu não teria visto tudo que queria ver. Só quando as trevas descessem de novo é que me daria conta do quanto eu deixei de apreciar.
Talvez este resumo não se adapte ao programa que você faria se soubesse que estava prestes a perder a visão. Mas sei que, se encarasse esse destino, usaria seus olhos como nunca usara antes. Tudo quanto visse lhe pareceria novo. Seus olhos tocariam e abraçariam cada objeto que surgisse em seu campo visual.
Então, finalmente, você veria de verdade, e um novo mundo de beleza se abriria para você.
Eu, que sou cega, posso dar uma sugestão àqueles que vêem: usem seus olhos como se amanhã fossem perder a visão. E o mesmo se aplica aos outros sentidos.
Ouça a música das vozes, o canto dos pássaros, os possantes acordes de uma orquestra, como se amanhã fossem ficar surdos. Toquem cada objeto como se amanhã perdessem o tacto. Sintam o perfume das flores, saboreiem cada bocado, como se amanhã não mais sentissem aromas nem gostos. Usem ao máximo todos os sentidos; goze de todas as facetas do prazer e da beleza que o mundo lhes revela pelos vários meios de contacto fornecidos pela natureza. Mas, de todos os sentidos,
estou certa de que a visão deve ser o mais delicioso.